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Os empreendedores e o sucesso do País

Crédito: divulgação

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O Brasil, e os brasileiros, estão sob o impacto das consequências das investigações da Operação Lava-Jato, e de outras que, com sucesso, estão identificando processos injustificados e não-aceitáveis para um país sério e próspero. Devemos honrar os esforços das pessoas que, nessas operações, procuram manter sua seriedade e com prudência buscam a verdade, quase sempre escondida sob toneladas de informações e papéis de todas as origens.

 

A perplexidade da população aumentou com o impeachment da Presidente Dilma Rousseff, poucos compreendendo como alguém, no nível de seriedade e respeito que envolve o cargo, possa ter jogado o país numa crise que não era dos empreendedores e criativos investidores, contribuintes diretos para a riqueza nacional. Nossas autoridades legislativas estão sob a busca de legislações que garantam o definitivo afastamento da Presidente, o que parece sem grande sentido, pois somente o gerenciamento desastrado do seu governo, assumindo despesas acima do que arrecada, parece ser suficiente para acelerar uma decisão, que, protelada, muito custará aos cofres públicos dilapidados.

 

Nestes momentos de divergências, são comuns as acusações de todos os lados e atingindo a todos, como se estivéssemos num país de facínoras ou de infratores da lei. O elenco de ilações, diretas ou indiretas, são tantas que parecem ao cidadão comum que somos todos desonestos e que isso, generalizando, incrimina liminarmente cada um, cada pai de família, cada dono de padaria, cada humilde agricultor, ou dono de uma grande empresa nacional ou estrangeira.

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O levar vantagem em tudo e o hino nacional

Créditos: Divulgação

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A vantagem é o mantra no Brasil. É só no que praticamente todos pensam. Estar sempre à frente, não importa o preço. Levar alguma vantagem, por menor que seja. Perguntamo-nos se isso, algum dia, mudará em nosso país. Entendemos que muitos, como nós, pensam no assunto. Tentando entendê-lo. De onde terá vindo. Por que isso ocorre. Se é intrínseco ao brasileiro. Se nunca será perdido. E que pode explicar o subdesenvolvimento e a draga em que o país se encontra moralmente.

Talvez até seja, coisa vinda lá de trás, e que ficou enraizada em nossos costumes, não havendo mais como desencavar. De nossas parte entendemos que sim.

 

Ou quem sabe culpa da estratosférica carga tributária, com elevadíssimos impostos em cada mercadoria, dos mais altos do mundo absolutamente. Bem como em termos relativos com relação à renda per capita e salários pagos. Mas isso é relativamente novo.

 

Vemos nossos representantes públicos esquecendo-se de quem os elegeu. E a quem devem se reportar. E tratando os eleitores e não eleitores desta nação como objetos. Bem como os objetos da nação como cosa nostra, sempre se levando vantagem em cima de todos.

 

Ó pátria amada, idolatrada, salve! Salve!”. Por favor salve-nos.

 

Cada um de nós faz a mesma coisa em qualquer lugar, e podemos ver isso diuturnamente no nosso trânsito. E podemos constatar o mesmo em estádios de futebol. Em filas. E onde mais se quiser procurar. O fato é farto em exemplos.

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A riqueza das nações

Crédito: divulgação.

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Há 240 anos, o escocês Adam Smith publicou um dos primeiros livros clássicos sobre Economia. Era uma proposta para examinar as causas da Riqueza de algumas nações, enquanto outras permaneciam pobres. Hoje, em meio a diferentes sistemas de governo, sob modos de comunicação amplos, ágeis e sempre disponíveis, muitos consideram o “capital” como peça central do enriquecimento. Está demonstrado que o maior capital social individual é o emprego e o capitalismo é o campeão na geração de empregos.

 

A principal vantagem do capitalismo é o estímulo à produtividade da economia. Aqueles que fazem mais, com menores custos, ganham benefícios econômicos e possibilidades de reinvestir, gerar riquezas e prosperar. Com os resultados obtidos, encontram nichos de mercado, novas formas de comércio, inovam e correm os riscos, sempre com a possibilidade de perder. Mas a perda é dele e não da sociedade.

 

É justamente a inovação que tem gerado as grandes fortunas do capitalismo, como Bill Gates (Microsoft),  Sergey Brin (Google), Mark Zuckerberg (Facebook), J. K. Rowling (autora de Harry Potter) e, no nosso caso brasileiro, a EMBRAER, além de muitos outros.

 

Assim, há uma quantidade de propostas ainda procurando explicar o que Adam Smith tentou, quanto à riqueza das nações. Todavia, agora, no alvorecer do Século XXI, há algumas luzes no final do túnel. Entre os estudos e teses sobre o assunto, surgem outros atributos presentes em todos os países de sucesso. Um deles, e importante, no mundo globalizado, é o que convencionamos chamar de “talento”. Simplificadamente definido como a competência de uma pessoa realizar uma tarefa pré-fixada. Para tanto, ganha significado a expansão da Educação de alto nível e abrangente atingindo toda a população, pois não sabemos, ‘a priori’, quem será talentoso e competente.

 

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Educação Financeira e Econômica

Créditos: divulgação

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Todos que nos acompanham sabem o quanto temos lutado pela educação financeira e econômica do nosso povo. Fazendo o que não fazem os governos das várias esferas juntas, nem tampouco outros que poderiam. Estamos sempre tentando esclarecer o brasileiro, mostrando àqueles que moram em Marte, e que aparecem por aqui nos finais de semana para refestelar-se na casinha de campo, nossas realidades, nuas e cruas. Infelizmente, parece não adiantar muito, mas não desistimos.

 

Além dos artigos econômicos e políticos normais, já escrevemos alguns artigos tentando ensinar, didaticamente, aos leigos, conceitos e práticas econômicas. Para usar no seu dia-a-dia, para que se pare de fazer bobagens.

 

Já propusemos, inclusive, acabar com as faculdades de economia. E instituir o ensino em todas as fases da vida de um estudante. Em qualquer ano ou série de qualquer curso. Seja ele administração, medicina, astrologia, direito, “engraxatologia” (sic), etc.

O que pretendemos com isso é que o estudo da economia deixe de ser restrito a apenas alguns poucos que fazem o curso de economia. E que, pelo que temos visto e lido, não estão aprendendo quase nada.

 

Assim, a nossa intenção é que a economia seja universal. Que se comece a aprender aos dois anos de idade, desde o maternal. E se continue estudando em qualquer estágio. No ensino fundamental, no técnico, na graduação universitária. Na pós graduação lato sensu ou stricto sensu, também no doutorado e livre docência. Para que tenhamos um povo mais conhecedor do que deve fazer com seu dinheiro. Aprender a como ganhá-lo. E, mais do que isso, de fundamental e maior importância, como gastá-lo.

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Os primeiros 45 anos da Unimonte

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“Lanço minha alma no espaço à procura de um bem sempre eterno, e ela logo retorna com um pouco de céu e de inferno”, Omar Khayyam (poeta nascido há mais de 900 anos, na Pérsia)

 

Sonhos! Sonhos! Sonhos!

 

Ao longo de nossas vidas, quantas vezes ouvimos essa palavra, em todas as línguas ou dialetos, perto ou mais longe de nós. Tanto por crianças quanto por adultos. Seja para expressar uma ficção, um desejo, ou algo de mistério ou irreal, mas, quaisquer que sejam os pensamentos, sempre trazem fatores diversos.  Sobretudo os de fazer algo ou de almejar um futuro que seja melhor.

 

Sonho é uma palavra doce, possivelmente uma das primeiras entendidas pelas crianças, que tem ensejado amplas variedades de consequências, artísticas ou empreendimentos, efeitos de desejos, ansiedade ou inquietação. Tudo buscando chegar a um algo almejado e cultivado a partir do cultivo de um sonho.

 

Sob o manto de um trabalho em favor da Sociedade Santista, um sonho de destacados pioneiros, há 45 anos, em 10 de abril de 1971, foi criado o Centro Universitário Monte Serrat (Unimonte). Em Santos, educadores e empresários, cujos nomes devemos ter o orgulho de lembrar – Walter José Lanza, Raul Tavares da Silva, José Oswaldo Passarelli, Maria Ottilia Pires Lanza, Victório Lanza Filho e Túlio Di Renzo – deram impulso aos seus sonhos com a criação da Associação Educacional do Litoral Santista (AELIS), então mantenedora da UNIMONTE.

 

Em 2006, a Anima Educação e Cultura adquiriu a Unimonte, que se empenhou em fazer ampla reestruturação administrativa, financeira e acadêmica, trabalhando com as pessoas e colocando foco numa gestão integrada, procurando todo o tempo em aperfeiçoar a qualidade do ensino e melhorar os padrões de aprendizagem para seus estudantes. Muito trabalho e muito empenho de professores e administradores, seguidos por dedicados alunos, faz com que esses primeiros 45 anos possam ser comemorados… e muito!

 

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Começamos um ano novo

Crédito: divulgação

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Viveremos nos 366 dias deste ano algo realmente novo? Poucos aceitam a ideia de que 2016 será bom. Mas, pergunto, será que podemos fazer algo para mudar esse ceticismo? Desejamos que sim! Todavia, nós nada respondemos sobre o que poderíamos contribuir. Reagimos, com vários “não tenho a ver com isso!”. Assim, um bom começo seria perguntar o que podemos fazer para reverter as previsões publicadas e analisadas pelos mais competentes dentre nossos compatriotas e críticos mundiais.

 
Para tanto, temos de compreender quais são os caminhos da geração de riquezas e, ao contrário de tentar modificá-los, aproveitar as oportunidades que são oferecidas, que não são poucas. Na atualidade e no campo político o mundo vive um período de extensos problemas, mas, há nações que conseguem manter suas instituições respondendo por suas responsabilidades com as populações. Em resumo, são ricos e continuam ricos!

 
Notamos que nesses países há dois atributos que se sobressaem: os níveis da Educação do povo e as eficácias das Instituições públicas e privadas. A Educação que inspira confiança dos pais quanto a qualidade do ensino e da aprendizagem.
No passado, as grandes crises internas não eram percebidas globalmente, quando o mundo e os mercados eram exclusivamente dos que podiam consumir e pagar. Ficavam de fora do universo da economia de consumo os que não vendiam nem eram pagadores. Os impérios surgiam dessas oportunidades e dominavam o mundo comercial. Hoje, desapareceram como impérios políticos, mas continuam se mantendo na liderança conquistada no passado, embora com incursões de alguns emergentes, como a Coreia do Sul e a China. O impacto da globalização das comunicações, com o acesso instantâneo às informações, criou nos cidadãos dos países, então sob a esfera dos impérios, alguma reação contra suas posições de segunda classe. As dificuldades para corrigir essa desvantagem, nós, os brasileiros, os conhecemos muito bem! Queremos os mesmos produtos comercializados no mundo desenvolvido, mesmo que caros e sofisticados. Mas, cabe perguntar por que não os temos ou os produzimos aqui e, ao contrário, sendo forçados a ir buscá-los no mercado do primeiro mundo? E, pior, pagando com os resultados de vendas de commodities ou de produtos primariamente manufaturados!

 

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Brasil: um país no mínimo estranho

Quem acompanha a economia e a política do país há pelo menos alguns anos já percebeu porque do título escolhido aqui. E nem precisa ser tanto tempo.

 
O governo, nos últimos anos, aliás, coisa do anterior também, sempre insistiu que o Brasil tinha bons fundamentos. Já mostramos várias vezes que isso não era verdade, detalhando os furos, e isso pode ser verificado através de outros artigos nossos. Em especial pelo que estamos começando a sofrer, e em que a corte instalada na ilha da fantasia continua convenientemente ignorando.

 
E cometendo o mesmo erro de 1979, por ocasião do segundo choque do petróleo, quando éramos dependentes em 90% do petróleo importado. O governo da época ignorou a crise e insistiu que éramos uma ilha de prosperidade em meio ao caos internacional.

 

 

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Fonte: Google Imagens

Por esse grave erro, e por nada ter sido reconhecido e feito, estamos pagando ainda hoje, em que o país não cresce há quase três décadas, com medíocres 2,7% de crescimento médio do PIB – produto interno bruto por ano. Em contraste com o crescimento de 4,9% entre 1901 e 1980, ou 8,1% entre 1959 e 1980, ou 11% entre 1967 e 1974. Perdemos uma geração, e o país está passando dos avós para os netos, em que ninguém, com menos de 45 anos se lembra do que é crescimento econômico.

 

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A Educação e a Formação da Sociedade

Nos debates sobre a Sociedade mundial abundam textos enfatizando apelos e preocupações que deveriam nos levar a reflexões quanto a importância da Educação. A questão de produzir concidadãos bem formados, graduados em disciplinas variadas é sempre colocado no foco da qualidade da vida das populações e na capacidade de construir o que aspiram!

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Fonte: Google Imagens

Não são poucos os autores que argumentam sobre a existência dos acomodados que, de um lado creem na inevitabilidade do que está acontecendo e de outro, os que acham que tudo naturalmente vai dar certo. Diante desta divergência cabe a pergunta: Estamos construindo as bases para o futuro que queremos? Que futuro é este? Que bases são estas?
Para os gregos, a educação não era um esforço individual. A tarefa da Educação era comunitária. Cabe aqui uma frase chinesa – “É preciso toda uma aldeia para educar uma criança”, expressando que a educação é resultado da consciência viva que rege e direciona os caminhos da sociedade de valor.
Assim, a sociedade de valor é aquela que gera os verdadeiros homens, ou o ser completo. O caminho da perfeição, é o caminho da educação. Em outros tempos, era o da vida de qualidade na sociedade e na família. Ou seja, uma vida em equipe, onde as soluções partem das discussões livres e abertas, sempre consagrando valores.
Examinando a raiz latina da palavra educação, surge a visão de transferir conhecimentos, fazer obedecer, fazer com que aprendam o que o professor sabe. A relação entre professor e aluno era, até há pouco, unívoca, e a tecnologia agora caminha para alternativas da participação dos estudantes, aberta ao debate. Parece que, com a busca frenética da informação, o ensino e a aprendizagem não mais serão direcionados de cima para baixo. O conhecimento, como difundido no mundo moderno, mostra um campo de realidades maiores e mais amplas.

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