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Reitor da Unimonte, Ozires Silva, recebe homenagem na Embraer

Fundador da empresa de aviação, Silva teve seu nome dado a um dos protótipos do E190-E2

O reitor da Unimonte, Ozires Silva, foi homenageado na sede da Embraer com seu nome batizando o protótipo do avião E190-E2. A cerimônia aconteceu na tarde de segunda-feira (11), na sede da empresa, em São José dos Campos.

A homenagem foi conduzida pelo CEO da Embraer, Paulo Cesar de Souza e Silva, e aconteceu ao meio da celebração dos 48 anos da companhia fundada por Ozires. “Nós estamos em um momento muito especial, em um mercado bastante movimentado, com novas empresas entrantes e novos desafios. E olhando para tudo o que Embraer já fez até hoje e ao futuro, achei que seria a hora certa de prestar essa merecida homenagem ao Ozires, que foi o nosso fundador e nos trouxe até aqui. E também trazê-lo a nossa sede energiza na nossa equipe. Todos o admiram muito”, declarou Paulo Cesar.

Bastante emocionado, Ozires deu o famoso banho de champanhe na aeronave com seu nome e agradeceu pela lembrança, sendo bastante aplaudido pelos funcionários que participaram da cerimônia no pátio da empresa. “São quase 50 anos de luta. Quando começamos, tínhamos a sensação de um grande dever a cumprir e vendo a empresa hoje, mostra que conseguimos. Estamos em uma época especial, da criação da Embraer. E desde o começo os desafios nunca foram fáceis, mas é importante que vocês tenham ferramentas para vencer e manter essa companhia grande. Eu transfiro a cada um de vocês essa homenagem que estou recebendo, vocês também são merecedores de tudo isso”, discursou Ozires aos colaboradores. O nome de Ozires foi dado ao segundo protótipo do E190-E2. A primeira entrega da aeronave deve acontecer ao longo do primeiro semestre de 2018.

Embraer comemora 48 anos de muito sucesso

No último dia 19, e EMBRAER completou 48 anos de vida, e um vídeo comemorativo foi feito com o Dr. Ozires Silva, para relembrar o passado, celebrar o presente, e apontar o futuro.

Confira:

 

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POR QUE UMA AVIAÇÃO TÃO PEQUENA NUM PAÍS TÃO GRANDE?!

Fonte: Pixabay

Esta é uma pergunta, infelizmente sem boas respostas no nosso país. Ela está engasgada na cabeça dos muitos que se interessam, pelo desenvolvimento do uso do avião, como máquina fantástica e instrumento da mobilidade, em crescente demanda e uso mundial, sempre em benefício do desenvolvimento econômico-social.

 

Encabeçados por Santos Dumont, os pioneiros sempre lutaram no sentido de demonstrar que o homem poderia voar. A resposta atualmente é ostensiva. Aviões de todos tipos estão cruzando os céus, mudando a realidade mundial.

 

Nos momentos dessas reflexões, emerge em nossas cabeças o quadro da Baixada Santista, na qual, há décadas não chega ou parte um avião de transporte regular, de carga ou passageiro, para qualquer outra cidade do país! Será que a Baixada não é importante o suficiente para abrigar um aeroporto metropolitano, adequadamente equipado e operado, garantindo chegadas e partidas, mesmo em condições meteorológicas precárias?

 

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OPÇÃO PELO SUCESSO

Não é nada fácil prever o futuro, mas é possível planejar ações e atuações que nos levem a materializar metas, objetivos e resultados para si próprio, para quem nos cerca, ou para a comunidade.

 

Se olharmos para apenas 15 anos atrás, refletindo sobre o que houve no mundo, em nosso país, no nosso trabalho, constatamos uma série de aspectos e resultados diferentes do esperado e que desafiaram todas as expectativas. Certamente ficaremos atônitos ou chocados. Isso mostra o quão pouco do tempo utilizamos para antever o que está acontecendo hoje. E podemos nos surpreender, constatando as oportunidades perdidas.

 

Fonte: Pixabay

 

Do mesmo modo, agora, se olharmos para o futuro, os resultados podem ser imprevisíveis. Não seremos capazes de prever as incertezas que vão nos atingir. No entanto, vale a pena tentar nos colocar reflexões, como tarefas para planejar e administrar nosso destino.

 

 

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A TECNOLOGIA MUDA O MUNDO

Sabemos disso e já temos as constatações em todos os momentos nos quais usamos um celular que, atualmente, não mais é somente um telefone. É algo muito mais amplo. Não precisamos ser futurólogos para concordar que a tecnologia mudou o mundo, e que o mudará muito mais. O que pode nos preocupar é sobre quais são os caminhos que vai abrir e o que ocorrerá com nossas vidas, e as dos nossos futuros descendentes. Muitos fazem prodigiosas predições que certamente serão mudadas ou superadas, não somente no campo dos dispositivos e aparelhos, mas também nos nossos padrões e comportamentos que aprendemos desde a infância a respeitar.

 
Uma das primeiras manifestações do poder da tecnologia ocorreu na Primeira Revolução Industrial, que foi uma verdadeira colocação das máquinas nas nossas vidas. Como característica daquelas épocas foi o descobrimento do carvão como fonte de energia e o consequente desenvolvimento da máquina a vapor de múltiplas aplicações, quando pouco se falava da produção industrial seriada.

 

Fonte: Pixabay

 

A partir da segunda metade do século XIX, assistimos a Segunda Revolução Industrial, que produziu uma série de progressos, dentro da indústria química, elétrica, do petróleo e do aço. Outros progressos essenciais nesse período incluem a introdução de navios metálicos movidos a vapor, o desenvolvimento do avião, a produção em massa de bens de consumo, o enlatamento de comidas e outras técnicas de preservação, sem nos esquecermos das comunicações eletromagnéticas.

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Educação e Desenvolvimento – Por Ozires Silva

Poucos brasileiros têm na cabeça o quanto a Educação é importante para o nosso desenvolvimento. Mas, sugiro que pensemos, pois quem desenvolve um país não é o Governo, é o povo! Para tanto, temos de falar de um povo educado e transformado pela Educação em cidadãos competentes e competitivos, que possam vencer no mundo.

 

Em 1876, Nikolas August Otto, alemão, fez funcionar, pela primeira vez, o motor a combustão interna. Estava inventado um motor que revolucionou a propulsão mecânica, hoje instalada em praticamente todos os veículos.

 

No final dos anos 90, Santos Dumont, viu esse motor numa exposição em Paris e imaginou que aquela pequena máquina poderia ser instalada em balões. Em 19 de Outubro de 1901, conseguiu ganhar o Prêmio Deutsch, decolando com seu Dirigível VI, de Saint Cloud, circulando a Torre Eiffel e retornando ao ponto de partida num tempo inferior a 30 minutos. Estava inventada a dirigibilidade aérea.

Fonte: Google Imagens

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Por um Lugar de Destaque no Mundo

Em 1901, o grande pioneiro da aviação, Alberto Santos Dumont, tornou-se não só um dos maiores brasileiros, mas sobretudo um dos destacados homens da humanidade, ao dar uma volta completa em torno da Torre Eiffel, em Paris, com seu Balão No. 6, demonstrando a possibilidade da dirigibilidade aérea. Continuando seus esforços, cinco anos mais tarde, o nosso genial patrício decolava pela primeira vez em Bagatelle com seu 14-Bis, mostrando que brasileiros eram capazes de produzir tecnologias e conhecimento, não apenas produtos primários. Mais do que isso, nosso país mostrava por seu ilustre filho ter iniciativas e tomar nas mãos as rédeas de novo destino, antecipando e lutando para fabricar um futuro diferente e melhor.

 
Tudo isso acontecia porque o carisma do nosso aeronauta, pequeno e franzino, mas determinado e criativo, não se constituía num fato isolado. Naquele momento de alvorecer da República, o progresso industrial e urbano, emergia como um símbolo de vontade de progredir, desenvolver-se. Entre as chamadas com orgulho de “cousas da República”, ganhava forma uma autêntica reforma cultural e educacional. Procurava-se melhorar a qualidade dos professores para competir com as universidades europeias, procurava-se incentivar o ensino técnico, incentivar as escolas de engenharia, enfim, recuperar o tempo perdido.

 

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Impulso aos Resultados da Gestão Pública, por Ozires Silva

Os brasileiros da atualidade estão mais focados nas más notícias – que não abandonam nossos meios de comunicação – do que direcionados a pensar no que temos de fazer para que o futuro de nossas cidades, e do país, seja melhor. Sabemos que adivinhar o futuro não é fácil. Entretanto é possível tomar iniciativas agora para que no futuro tenhamos horizontes que não sejam somente surpresas.

 
Foi trabalhando com essas ideias que várias regiões ou cidades do mundo agiram, considerando que estava mais do que na hora de dar contribuições sobre as oportunidades que poderiam ensejar investimentos e resultados de porte, com a finalidade de assegurar um cenário de desenvolvimento e progresso.

 
No caso do Brasil, também é dessa forma que vemos o sério problema das opções de gestão dos governos, que as estreitas regulamentações nacionais têm colocado em vigor limitações gerenciais o que até o mais criativo prefeito ou funcionário público não conseguem superar. E isso tem se acentuado de maneira intensa com leis, quase que diárias, procurando fechar as portas da corrupção, hoje combatidas, mas se esquecendo que a mesma norma pública pode cercear os dois lados. O avançado e honesto, ou o retardado e passível de punição!

 
Um dos meios possíveis, diríamos eficaz, para fugir dessa real prisão em muitos setores pode ser a Parceria Público-Privada (PPP). Bem concebidas e implantadas sobre segmentos da gestão pública, as PPP’s podem ser instrumentos positivos para se fugir das grandes dificuldades que limitam ações públicas levando-as a sucessos, como se tem comprovado em vários países do mundo. Leva o Poder Público fazer o que deve, ou seja, regulamentar, legislar e fiscalizar, deixando a gestão para uma participação do setor privado, sempre mais eficaz e rápido nas suas ações, sem deixar de lado a obrigatoriedade de prestar contas à sociedade.

 
Até se compreende que preocupações sejam apresentadas pela opinião pública, sempre dividida entre os diferentes segmentos de uma comunidade. Mas muitos já se aprofundaram no assunto, na qualidade das normativas legais, até nos muitos questionamentos jurídicos levantados, sempre existindo experiências que precisamos entender e aplicar.
Não é de hoje que cidadãos respeitáveis acompanham o cenário de investimentos públicos cada vez mais difíceis, e os movimentos que administradores municipais de várias cidades têm feito para compensar a limitada capacidade de avançar só com recursos próprios, problema que tem se acentuado crescentemente. Registre-se que são louváveis algumas conquistas havidas nos últimos anos por ações conjuntas, tanto no Governo Federal como no estadual. Isso alegra o mundo da livre iniciativa, acostumado a se irritar com certa lógica política que não raramente sujeita projetos importantes a alinhamentos partidários.

 
Mas isso já não basta e as perspectivas exigem ação rápida. União e Estado já não são grandes fontes de recursos. Recente levantamento de um jornal de circulação nacional estimou que muitos dos Estados brasileiros reduziram em 46% o volume de investimentos nos primeiros quatro meses de 2015, em relação a 2014. Em São Paulo, a queda também é relevante, com o governo reduzindo os investimentos em mais de um quarto do praticado um ano antes. O cenário não é diferente no setor dos municípios, afetando diretamente os investimentos prioritários, num perigoso círculo vicioso onde todos perdem.

 
Temos exemplos de governos que estão conseguindo viabilizar novos e até audaciosos investimentos. Não há mágica. Há uma visão moderna da gestão pública que sabe conciliar aquilo que é atribuição do poder público com a capacidade de realizar do setor privado, tendo por régua a qualidade do serviço prestado ao cidadão. A Lei das PPP’s, criada no país em 2004, abriu essa nova trilha e, com o tempo, o mercado ganhou confiança no modelo, ampliando o volume de recursos privados dispostos a participar de projetos públicos. Quase todos os estados e a maioria das grandes cidades já despertaram para esse caminho. E o momento, do corrente e penoso ajuste fiscal federal, veio somente a fortalecer as PPP’s como alternativa.

 

 

Artigo publicado no Jornal A Tribuna de 05 de julho de 2015.