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OPÇÃO PELO SUCESSO

Não é nada fácil prever o futuro, mas é possível planejar ações e atuações que nos levem a materializar metas, objetivos e resultados para si próprio, para quem nos cerca, ou para a comunidade.

 

Se olharmos para apenas 15 anos atrás, refletindo sobre o que houve no mundo, em nosso país, no nosso trabalho, constatamos uma série de aspectos e resultados diferentes do esperado e que desafiaram todas as expectativas. Certamente ficaremos atônitos ou chocados. Isso mostra o quão pouco do tempo utilizamos para antever o que está acontecendo hoje. E podemos nos surpreender, constatando as oportunidades perdidas.

 

Fonte: Pixabay

 

Do mesmo modo, agora, se olharmos para o futuro, os resultados podem ser imprevisíveis. Não seremos capazes de prever as incertezas que vão nos atingir. No entanto, vale a pena tentar nos colocar reflexões, como tarefas para planejar e administrar nosso destino.

 

 

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A TECNOLOGIA MUDA O MUNDO

Sabemos disso e já temos as constatações em todos os momentos nos quais usamos um celular que, atualmente, não mais é somente um telefone. É algo muito mais amplo. Não precisamos ser futurólogos para concordar que a tecnologia mudou o mundo, e que o mudará muito mais. O que pode nos preocupar é sobre quais são os caminhos que vai abrir e o que ocorrerá com nossas vidas, e as dos nossos futuros descendentes. Muitos fazem prodigiosas predições que certamente serão mudadas ou superadas, não somente no campo dos dispositivos e aparelhos, mas também nos nossos padrões e comportamentos que aprendemos desde a infância a respeitar.

 
Uma das primeiras manifestações do poder da tecnologia ocorreu na Primeira Revolução Industrial, que foi uma verdadeira colocação das máquinas nas nossas vidas. Como característica daquelas épocas foi o descobrimento do carvão como fonte de energia e o consequente desenvolvimento da máquina a vapor de múltiplas aplicações, quando pouco se falava da produção industrial seriada.

 

Fonte: Pixabay

 

A partir da segunda metade do século XIX, assistimos a Segunda Revolução Industrial, que produziu uma série de progressos, dentro da indústria química, elétrica, do petróleo e do aço. Outros progressos essenciais nesse período incluem a introdução de navios metálicos movidos a vapor, o desenvolvimento do avião, a produção em massa de bens de consumo, o enlatamento de comidas e outras técnicas de preservação, sem nos esquecermos das comunicações eletromagnéticas.

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Educação e Desenvolvimento – Por Ozires Silva

Poucos brasileiros têm na cabeça o quanto a Educação é importante para o nosso desenvolvimento. Mas, sugiro que pensemos, pois quem desenvolve um país não é o Governo, é o povo! Para tanto, temos de falar de um povo educado e transformado pela Educação em cidadãos competentes e competitivos, que possam vencer no mundo.

 

Em 1876, Nikolas August Otto, alemão, fez funcionar, pela primeira vez, o motor a combustão interna. Estava inventado um motor que revolucionou a propulsão mecânica, hoje instalada em praticamente todos os veículos.

 

No final dos anos 90, Santos Dumont, viu esse motor numa exposição em Paris e imaginou que aquela pequena máquina poderia ser instalada em balões. Em 19 de Outubro de 1901, conseguiu ganhar o Prêmio Deutsch, decolando com seu Dirigível VI, de Saint Cloud, circulando a Torre Eiffel e retornando ao ponto de partida num tempo inferior a 30 minutos. Estava inventada a dirigibilidade aérea.

Fonte: Google Imagens

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Por um Lugar de Destaque no Mundo

Em 1901, o grande pioneiro da aviação, Alberto Santos Dumont, tornou-se não só um dos maiores brasileiros, mas sobretudo um dos destacados homens da humanidade, ao dar uma volta completa em torno da Torre Eiffel, em Paris, com seu Balão No. 6, demonstrando a possibilidade da dirigibilidade aérea. Continuando seus esforços, cinco anos mais tarde, o nosso genial patrício decolava pela primeira vez em Bagatelle com seu 14-Bis, mostrando que brasileiros eram capazes de produzir tecnologias e conhecimento, não apenas produtos primários. Mais do que isso, nosso país mostrava por seu ilustre filho ter iniciativas e tomar nas mãos as rédeas de novo destino, antecipando e lutando para fabricar um futuro diferente e melhor.

 
Tudo isso acontecia porque o carisma do nosso aeronauta, pequeno e franzino, mas determinado e criativo, não se constituía num fato isolado. Naquele momento de alvorecer da República, o progresso industrial e urbano, emergia como um símbolo de vontade de progredir, desenvolver-se. Entre as chamadas com orgulho de “cousas da República”, ganhava forma uma autêntica reforma cultural e educacional. Procurava-se melhorar a qualidade dos professores para competir com as universidades europeias, procurava-se incentivar o ensino técnico, incentivar as escolas de engenharia, enfim, recuperar o tempo perdido.

 

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Impulso aos Resultados da Gestão Pública, por Ozires Silva

Os brasileiros da atualidade estão mais focados nas más notícias – que não abandonam nossos meios de comunicação – do que direcionados a pensar no que temos de fazer para que o futuro de nossas cidades, e do país, seja melhor. Sabemos que adivinhar o futuro não é fácil. Entretanto é possível tomar iniciativas agora para que no futuro tenhamos horizontes que não sejam somente surpresas.

 
Foi trabalhando com essas ideias que várias regiões ou cidades do mundo agiram, considerando que estava mais do que na hora de dar contribuições sobre as oportunidades que poderiam ensejar investimentos e resultados de porte, com a finalidade de assegurar um cenário de desenvolvimento e progresso.

 
No caso do Brasil, também é dessa forma que vemos o sério problema das opções de gestão dos governos, que as estreitas regulamentações nacionais têm colocado em vigor limitações gerenciais o que até o mais criativo prefeito ou funcionário público não conseguem superar. E isso tem se acentuado de maneira intensa com leis, quase que diárias, procurando fechar as portas da corrupção, hoje combatidas, mas se esquecendo que a mesma norma pública pode cercear os dois lados. O avançado e honesto, ou o retardado e passível de punição!

 
Um dos meios possíveis, diríamos eficaz, para fugir dessa real prisão em muitos setores pode ser a Parceria Público-Privada (PPP). Bem concebidas e implantadas sobre segmentos da gestão pública, as PPP’s podem ser instrumentos positivos para se fugir das grandes dificuldades que limitam ações públicas levando-as a sucessos, como se tem comprovado em vários países do mundo. Leva o Poder Público fazer o que deve, ou seja, regulamentar, legislar e fiscalizar, deixando a gestão para uma participação do setor privado, sempre mais eficaz e rápido nas suas ações, sem deixar de lado a obrigatoriedade de prestar contas à sociedade.

 
Até se compreende que preocupações sejam apresentadas pela opinião pública, sempre dividida entre os diferentes segmentos de uma comunidade. Mas muitos já se aprofundaram no assunto, na qualidade das normativas legais, até nos muitos questionamentos jurídicos levantados, sempre existindo experiências que precisamos entender e aplicar.
Não é de hoje que cidadãos respeitáveis acompanham o cenário de investimentos públicos cada vez mais difíceis, e os movimentos que administradores municipais de várias cidades têm feito para compensar a limitada capacidade de avançar só com recursos próprios, problema que tem se acentuado crescentemente. Registre-se que são louváveis algumas conquistas havidas nos últimos anos por ações conjuntas, tanto no Governo Federal como no estadual. Isso alegra o mundo da livre iniciativa, acostumado a se irritar com certa lógica política que não raramente sujeita projetos importantes a alinhamentos partidários.

 
Mas isso já não basta e as perspectivas exigem ação rápida. União e Estado já não são grandes fontes de recursos. Recente levantamento de um jornal de circulação nacional estimou que muitos dos Estados brasileiros reduziram em 46% o volume de investimentos nos primeiros quatro meses de 2015, em relação a 2014. Em São Paulo, a queda também é relevante, com o governo reduzindo os investimentos em mais de um quarto do praticado um ano antes. O cenário não é diferente no setor dos municípios, afetando diretamente os investimentos prioritários, num perigoso círculo vicioso onde todos perdem.

 
Temos exemplos de governos que estão conseguindo viabilizar novos e até audaciosos investimentos. Não há mágica. Há uma visão moderna da gestão pública que sabe conciliar aquilo que é atribuição do poder público com a capacidade de realizar do setor privado, tendo por régua a qualidade do serviço prestado ao cidadão. A Lei das PPP’s, criada no país em 2004, abriu essa nova trilha e, com o tempo, o mercado ganhou confiança no modelo, ampliando o volume de recursos privados dispostos a participar de projetos públicos. Quase todos os estados e a maioria das grandes cidades já despertaram para esse caminho. E o momento, do corrente e penoso ajuste fiscal federal, veio somente a fortalecer as PPP’s como alternativa.

 

 

Artigo publicado no Jornal A Tribuna de 05 de julho de 2015.

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Gestão e Governo, por Ozires Silva

Política e Economia expressam o pulso do país. Na Política, a sorte está lançada por meio dos resultados dos inquéritos policiais que devassam as lamentáveis ocorrências de fraudes trazidas à assustada opinião pública brasileira. Já na Economia, embora mostre-se mal, já esteve muito pior no passado e, de uma forma ou outra, conseguiu-se superar os conhecidos problemas crônicos como o da hiperinflação e os dos atritos das dívidas externas.

 

Em que pese a gravidade do quadro no qual vivemos, o que agora nos surpreende, como brasileiros e cidadãos, é a desastrosa política econômica do Governo Federal, cujas falhas causam surpresas até aos mais simples dos empreendedores nacionais.

 

Deve nos preocupar mais a carência de atitudes da Presidência da República, que permanentemente procura passar para os atônitos cidadãos que tudo vai bem e que iriam melhor se não fossem as ameaças que vêm do lado internacional da economia mundial! (mais…)

Inovadores e Investidores Ousados

Se você decidir prestar mais atenção sobre aspectos comuns a respeito do nosso meio ambiente, poderá identificar que não vivemos apenas sob ameaças ou pesadelos. São muitos os tópicos abordados pelos mais eminentes estudiosos, que poderiam aguçar nossa atenção. As mudanças climáticas, a extinção de espécies das nossas fauna e flora, a degradação do ar que respiramos em muitas e vastas áreas do mundo, seriam algumas delas!

Mesmo neste ano de 2015, tivemos um exemplo! Os reais resultados de uma possível insuficiência no fornecimento de água. Ora, sempre nos contaram que o nosso país seria “o maior detentor de reservas do precioso líquido dentre todas as demais nações do mundo”. Vem a pergunta: isso é real?
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Foco na gestão: a alavanca da competitividade, por Ozires Silva

Não há necessidade de grandes pesquisas ou esforços para constatar que o nosso Brasil não está acompanhando o desenvolvimento mundial da produção, tanto de produtos quanto de conhecimento ou tecnologias inovadoras. Nas ofertas de nossas lojas, também sem esforços, encontramos produtos fabricados em todo o mundo. Em contrapartida, nas lojas do mundo não é possível encontrar produtos fabricados por brasileiros, simplesmente por que não os produzimos, nem os vendemos!

O preço que pagamos por essas falhas certamente são altos, basta perceber os baixos índices de crescimento da nossa economia.Recentemente, tive a oportunidade de participar de uma reunião promovida pela empresa mundial Proudfoot Consulting, que, arguindo ações dos países que mais se desenvolvem, pesquisou e executou uma série de análises sobre técnicas de gestão de entidades e de empresas, focando na produtividade e na eficiência. As conclusões indicaram que as iniciativas inovadoras, e as da produtividade e eficiência, estão na raiz da ausência de nossos produtos nas prateleiras do comércio mundial. Os resultados do trabalho confirmam que estamos amarrados em práticas do passado que não funcionaram naquele momento e não funcionarão no futuro. Explicaram por que não temos conseguido produzir competitivamente em nosso solo, chegando a proezas equivalentes as da Coreia do Sul e da China, as quais levaram esses países a ganhar posições de destaque.

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