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O levar vantagem em tudo e o hino nacional

Créditos: Divulgação

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A vantagem é o mantra no Brasil. É só no que praticamente todos pensam. Estar sempre à frente, não importa o preço. Levar alguma vantagem, por menor que seja. Perguntamo-nos se isso, algum dia, mudará em nosso país. Entendemos que muitos, como nós, pensam no assunto. Tentando entendê-lo. De onde terá vindo. Por que isso ocorre. Se é intrínseco ao brasileiro. Se nunca será perdido. E que pode explicar o subdesenvolvimento e a draga em que o país se encontra moralmente.

Talvez até seja, coisa vinda lá de trás, e que ficou enraizada em nossos costumes, não havendo mais como desencavar. De nossas parte entendemos que sim.

 

Ou quem sabe culpa da estratosférica carga tributária, com elevadíssimos impostos em cada mercadoria, dos mais altos do mundo absolutamente. Bem como em termos relativos com relação à renda per capita e salários pagos. Mas isso é relativamente novo.

 

Vemos nossos representantes públicos esquecendo-se de quem os elegeu. E a quem devem se reportar. E tratando os eleitores e não eleitores desta nação como objetos. Bem como os objetos da nação como cosa nostra, sempre se levando vantagem em cima de todos.

 

Ó pátria amada, idolatrada, salve! Salve!”. Por favor salve-nos.

 

Cada um de nós faz a mesma coisa em qualquer lugar, e podemos ver isso diuturnamente no nosso trânsito. E podemos constatar o mesmo em estádios de futebol. Em filas. E onde mais se quiser procurar. O fato é farto em exemplos.

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Começamos um ano novo

Crédito: divulgação

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Viveremos nos 366 dias deste ano algo realmente novo? Poucos aceitam a ideia de que 2016 será bom. Mas, pergunto, será que podemos fazer algo para mudar esse ceticismo? Desejamos que sim! Todavia, nós nada respondemos sobre o que poderíamos contribuir. Reagimos, com vários “não tenho a ver com isso!”. Assim, um bom começo seria perguntar o que podemos fazer para reverter as previsões publicadas e analisadas pelos mais competentes dentre nossos compatriotas e críticos mundiais.

 
Para tanto, temos de compreender quais são os caminhos da geração de riquezas e, ao contrário de tentar modificá-los, aproveitar as oportunidades que são oferecidas, que não são poucas. Na atualidade e no campo político o mundo vive um período de extensos problemas, mas, há nações que conseguem manter suas instituições respondendo por suas responsabilidades com as populações. Em resumo, são ricos e continuam ricos!

 
Notamos que nesses países há dois atributos que se sobressaem: os níveis da Educação do povo e as eficácias das Instituições públicas e privadas. A Educação que inspira confiança dos pais quanto a qualidade do ensino e da aprendizagem.
No passado, as grandes crises internas não eram percebidas globalmente, quando o mundo e os mercados eram exclusivamente dos que podiam consumir e pagar. Ficavam de fora do universo da economia de consumo os que não vendiam nem eram pagadores. Os impérios surgiam dessas oportunidades e dominavam o mundo comercial. Hoje, desapareceram como impérios políticos, mas continuam se mantendo na liderança conquistada no passado, embora com incursões de alguns emergentes, como a Coreia do Sul e a China. O impacto da globalização das comunicações, com o acesso instantâneo às informações, criou nos cidadãos dos países, então sob a esfera dos impérios, alguma reação contra suas posições de segunda classe. As dificuldades para corrigir essa desvantagem, nós, os brasileiros, os conhecemos muito bem! Queremos os mesmos produtos comercializados no mundo desenvolvido, mesmo que caros e sofisticados. Mas, cabe perguntar por que não os temos ou os produzimos aqui e, ao contrário, sendo forçados a ir buscá-los no mercado do primeiro mundo? E, pior, pagando com os resultados de vendas de commodities ou de produtos primariamente manufaturados!

 

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Despesas Portuárias, por Samir Keedi

É uma pena começarmos este texto dizendo que continuamos vendo muitos equívocos na nossa área de comércio exterior. Em todas as situações, e mesmo quanto a termos utilizados e seus significados. Já escrevemos há pouco tempo uma série de artigos mostrando muitos erros e desconhecimentos. Mas nossa área continua muito carente de profissionais que sabem fazer de fato. Aqueles que sabem como sair da situação de incômodo após um tropeço. Assim, motivados pela continuidade dos problemas, resolvemos voltar ao assunto. E, também, por ver que temos cada vez menos alunos em sala de aula, e cada vez mais cursos cancelados.

 

Isso tanto em cursos técnicos quanto na pós-graduação nas universidades. O que implica em dizer que não está havendo a necessária reciclagem ou aprendizado, o que piora as coisas. Desta feita, consideramos útil e conveniente abordarmos as despesas portuárias, que se apresentam sempre como um problema também. Não detalhadamente, mas apenas em seus termos gerais, o que significam, por que são cobradas e por quem.

 

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O que há com a logística brasileira?, por Ozires Silva

Crédito: Isabela Carrari

Na atualidade, não há menor dúvida em considerar que a Logística nacional sofre pesadamente, pelos insuficientes investimentos na infraestrutura que o Brasil vem oferecendo para as operações da mobilidade terrestre no nosso país. Tudo marcha para o encarecimento de custos, atrasando entregas e contribuindo para nossa decrescente competitividade mundial, refletida nas contas nacionais, em particular do balanço do comércio exterior. Como observadores externos, deveria ser reconhecido, entre os planejadores governamentais, a incapacidade do setor público de executar os investimentos necessários. A legislação, superando a capacidade da estrutura pública, cria obstáculos difíceis a serem vencidos para organizar e tornar eficientes as contratações de mão de obra e a compra dos suprimentos necessários. Os próprios planejadores colocam, como cerne da questão, entre outros fatores, as indecisões e retardos para a fixação, hoje demasiadamente política, de uma razoável hierarquia entre as iniciativas e demandas identificadas.

 

 

A nova Empresa de Planejamento e Logística (EPL) poderia definir prioridades e trabalhar ao lado dos diferentes níveis governamentais, com os diferentes órgãos interessados, chegando a propostas para o setor privado, que contenham todos os atributos para que os prazos sejam cumpridos.

 

 

No Brasil temos empresas experientes em grandes obras que podem participar dos estudos necessários, criando uma parceria observada em outros países, levando a trabalhos de engenharia de envergadura e que possam ser realizados em prazos, qualidade e custos controlados. Nessas hipóteses de parcerias, e com elas consolidadas, também seria possível antecipar os riscos, para que órgãos de controle (TCU, Ministério Público, Órgãos Ambientais, entre outros) possam colocar objeções e sugestões.
Assim, não se pode escapar da necessidade de se equacionar as prioridades e os financiamentos dos investimentos, satisfazendo os requisitos do uso, tipo de modal para cada projeto e optando de forma clara e segura sobre a decisão adotada e suas conexões com as demais alternativas. Em cenários de credibilidade e confiança, certamente, haverá capitais privados, nacionais ou internacionais, disponíveis para participar, cabendo ao Governo, em parceria com os envolvidos, decidir qual seria a melhor forma, inclusive a decisão por PPP’s (Participação – Pública – Privada), sempre que fosse o caso.

 

 

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Porto Macrometropolitano de Santos, por Ozires Silva

Crédito: Divulgação

Já é fato sabido que somente se consegue desenvolvimento e sustentabilidade para novos empreendimentos, ou para o crescimento de sistemas produtivos, se as condições locais, geográficas e econômicas oferecem bases para que novos resultados possam ser contabilizados. Por razões históricas, Santos conseguiu implantar e fazer crescer um Porto Marítimo de importância que, para se manter, dependeu da dinâmica do sistema econômico que o circunda.

 

 

Na atualidade, em razão do natural alargamento dos conceitos de competição, estas referências não são mais suficientes. É necessário trabalhar sobre a eficiência, pois medidas oficiais, sobre uma tradição, não mais podem superar ofertas que possam ser mais competitivas do que os custos e a eficácia das operações em outras áreas. Acompanhamos várias iniciativas com este foco, mas é essencial ter complemento de novas e modernas práticas que garantam uma operação superlativa em velocidade, em custo e em confiabilidade.

 

 

Desta forma, o grande Porto de Santos conseguirá enaltecer o galardão do título deste artigo, o de Macrometropolitano, ganhando ainda mais grandeza e presença destacada no cenário econômico da logística portuária.

 

 

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Fórum Unimonte: Mini Rio+20

Fórum Unimonte: Mini Rio+20

Entre os dias 13 e 15 de abril, a Unimonte promoveu o Fórum Unimonte: Mini Rio+20. O evento teve como grande objetivo reunir estudantes do Ensino Médio da região da Baixada Santista para participarem de uma simulação de um encontro da Organização das Nações Unidas (ONU), com foco na mesma temática que será discutida durante a Rio+20, em junho, na capital carioca.

 

Ao todo, jovens de 20 escolas de Santos e região estiveram envolvidos, sendo que muitos compareceram fazendo uso de vestimentas características dos países que representavam. Clique aqui para ver mais fotos.

 

Na abertura do evento, além da presença de Ozires Silva, reitor da Unimonte, também compuseram a mesa Ladislau Dowbor (segundo da esquerda para a direita), doutor em Ciências Econômicas, e Léo Duarte (primeiro da esquerda para direita) e Eduardo Shimahara (último da mesa), ambos integrantes do núcleo de Sustentabilidade e Inovação de Anima Educação.

 

O acesso ao hotsite do Fórum Unimonte: Mini Rio+20 pode ser feito pelo link www.unimonte.br/minirio.