Tag Archives: Samir Keedi
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O levar vantagem em tudo e o hino nacional

Créditos: Divulgação

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A vantagem é o mantra no Brasil. É só no que praticamente todos pensam. Estar sempre à frente, não importa o preço. Levar alguma vantagem, por menor que seja. Perguntamo-nos se isso, algum dia, mudará em nosso país. Entendemos que muitos, como nós, pensam no assunto. Tentando entendê-lo. De onde terá vindo. Por que isso ocorre. Se é intrínseco ao brasileiro. Se nunca será perdido. E que pode explicar o subdesenvolvimento e a draga em que o país se encontra moralmente.

Talvez até seja, coisa vinda lá de trás, e que ficou enraizada em nossos costumes, não havendo mais como desencavar. De nossas parte entendemos que sim.

 

Ou quem sabe culpa da estratosférica carga tributária, com elevadíssimos impostos em cada mercadoria, dos mais altos do mundo absolutamente. Bem como em termos relativos com relação à renda per capita e salários pagos. Mas isso é relativamente novo.

 

Vemos nossos representantes públicos esquecendo-se de quem os elegeu. E a quem devem se reportar. E tratando os eleitores e não eleitores desta nação como objetos. Bem como os objetos da nação como cosa nostra, sempre se levando vantagem em cima de todos.

 

Ó pátria amada, idolatrada, salve! Salve!”. Por favor salve-nos.

 

Cada um de nós faz a mesma coisa em qualquer lugar, e podemos ver isso diuturnamente no nosso trânsito. E podemos constatar o mesmo em estádios de futebol. Em filas. E onde mais se quiser procurar. O fato é farto em exemplos.

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Educação Financeira e Econômica

Créditos: divulgação

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Todos que nos acompanham sabem o quanto temos lutado pela educação financeira e econômica do nosso povo. Fazendo o que não fazem os governos das várias esferas juntas, nem tampouco outros que poderiam. Estamos sempre tentando esclarecer o brasileiro, mostrando àqueles que moram em Marte, e que aparecem por aqui nos finais de semana para refestelar-se na casinha de campo, nossas realidades, nuas e cruas. Infelizmente, parece não adiantar muito, mas não desistimos.

 

Além dos artigos econômicos e políticos normais, já escrevemos alguns artigos tentando ensinar, didaticamente, aos leigos, conceitos e práticas econômicas. Para usar no seu dia-a-dia, para que se pare de fazer bobagens.

 

Já propusemos, inclusive, acabar com as faculdades de economia. E instituir o ensino em todas as fases da vida de um estudante. Em qualquer ano ou série de qualquer curso. Seja ele administração, medicina, astrologia, direito, “engraxatologia” (sic), etc.

O que pretendemos com isso é que o estudo da economia deixe de ser restrito a apenas alguns poucos que fazem o curso de economia. E que, pelo que temos visto e lido, não estão aprendendo quase nada.

 

Assim, a nossa intenção é que a economia seja universal. Que se comece a aprender aos dois anos de idade, desde o maternal. E se continue estudando em qualquer estágio. No ensino fundamental, no técnico, na graduação universitária. Na pós graduação lato sensu ou stricto sensu, também no doutorado e livre docência. Para que tenhamos um povo mais conhecedor do que deve fazer com seu dinheiro. Aprender a como ganhá-lo. E, mais do que isso, de fundamental e maior importância, como gastá-lo.

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Brasil: um país no mínimo estranho

Quem acompanha a economia e a política do país há pelo menos alguns anos já percebeu porque do título escolhido aqui. E nem precisa ser tanto tempo.

 
O governo, nos últimos anos, aliás, coisa do anterior também, sempre insistiu que o Brasil tinha bons fundamentos. Já mostramos várias vezes que isso não era verdade, detalhando os furos, e isso pode ser verificado através de outros artigos nossos. Em especial pelo que estamos começando a sofrer, e em que a corte instalada na ilha da fantasia continua convenientemente ignorando.

 
E cometendo o mesmo erro de 1979, por ocasião do segundo choque do petróleo, quando éramos dependentes em 90% do petróleo importado. O governo da época ignorou a crise e insistiu que éramos uma ilha de prosperidade em meio ao caos internacional.

 

 

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Fonte: Google Imagens

Por esse grave erro, e por nada ter sido reconhecido e feito, estamos pagando ainda hoje, em que o país não cresce há quase três décadas, com medíocres 2,7% de crescimento médio do PIB – produto interno bruto por ano. Em contraste com o crescimento de 4,9% entre 1901 e 1980, ou 8,1% entre 1959 e 1980, ou 11% entre 1967 e 1974. Perdemos uma geração, e o país está passando dos avós para os netos, em que ninguém, com menos de 45 anos se lembra do que é crescimento econômico.

 

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Educação financeira e econômica

Todos que nos acompanham sabem o quanto temos lutado pela educação financeira e econômica do nosso povo. Fazendo o que não fazem os governos das várias esferas juntas, nem tampouco outros que poderiam. Estamos sempre tentando esclarecer o brasileiro, mostrando àqueles que moram em Marte, e que aparecem por aqui nos finais de semana para refestelar-se na casinha de campo, nossas realidades, nuas e cruas. Infelizmente, parece não adiantar muito, mas não desistimos.

 

 

Fonte: Google Imagens

Fonte: Google Imagens

Além dos artigos econômicos e políticos normais, já escrevemos alguns artigos tentando ensinar, didaticamente, aos leigos, conceitos e práticas econômicas. Para usar no seu dia-a-dia, para que se pare de fazer bobagens.

 
Já propusemos, inclusive, acabar com as faculdades de economia. E instituir o ensino em todas as fases da vida de um estudante. Em qualquer ano ou série de qualquer curso. Seja ele administração, medicina, astrologia, direito, “engraxatologia” (sic), etc.

 
O que pretendemos com isso é que o estudo da economia deixe de ser restrito a apenas alguns poucos que fazem o curso de economia. E que, pelo que temos visto e lido, não estão aprendendo quase nada.

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Um novo tempo para o comércio brasileiro, por Samir Keedi

Créditos: Divulgar

Na edição anterior desta publicação escrevemos um artigo sobre os problemas entre armadores e embarcadores com relação ao frete marítimo. E de que não existe uma única associação ou discussões sérias sobre o assunto. Mas que, neste momento, também de nada adiantaria criar algo a esse respeito.

 

Perdemos o momento e agora os armadores são grandes demais para qualquer discussão com eles. A hora passou. A não ser que seja uma questão política, que seja um assunto encampado por países e não embarcadores apenas. Solução que não encampamos, e quem nos lê sabe bem por que. Não queremos o Estado em absolutamente nenhum setor da economia.
Desta feita queremos discutir as associações de usuários dos terminais portuários brasileiros. Coisa bem mais fácil e simples. Em que já existe uma na Bahia e uma na Associação Comercial de São Paulo, pelo que sabemos. E se está articulando e trabalhando uma em Santa Catarina no momento.

 

 

 

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O Brasil. Sempre uma incógnita, por Samir Keedi

Créditos: Divulgação

Temos visto os mais diversos economistas, órgãos de imprensa – brasileiros e estrangeiros – falando sobre o Brasil que nunca chega lá. Até a The Economist percebeu os erros brasileiros, e os seus próprios, ao achar, em 2009, que o Brasil agora iria E mesmo dentro do povo, muitos já perceberam o engodo Brasil. Agora, muitos já acham que o Brasil não tem futuro, pelo menos a curto e médio prazo.

 

 

Nossos alunos, amigos, leitores, participantes de nossas palestras, que nos acompanham há pelo menos dez anos, nunca se iludiram. E caso o tenham feito, foi por conta própria. Sempre falamos, escrevemos, ensinamos, tentando evitar que se enganassem. Quem nos ouviu sabe tudo isso há no mínimo uma década. Quem achou que estávamos errados, que éramos pessimistas, devem estar, talvez, arrependidos.
Não somos pessimistas nem otimistas. Somos realistas, como poucos. A verdade é uma só, não comporta variações, desvios, subterfúgios. A verdade é ou não é, ponto final. Nós nos orgulhamos disso. Alguns poucos tinham que ver, e estamos nesse meio. Temos absoluta certeza de que sempre mostramos o caminho. Demos as ferramentas. Dissemos como fazer. Nossos artigos costumam ser didáticos e de solução, não apenas constatamos os problemas.

 
Quem já leu nossos artigos “Brasil: Buraco 2020”; “Marolinha ou marolona”, o primeiro e o retorno; “Destruição do Brasil”; “Combustível e incompetência”; “Quem sou eu?” “Emprego sem crescimento?”; “No tempo dos Faraós”; “Judiciário e os ministros”; “Porto de Santos 2024”, o primeiro e o retorno, e dezenas, quiçá centenas de outros, não está nem um pouco surpreso. Já sabia tudo com o qual a Economist acaba de se surpreender e se decepcionar.

 

 

 

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No tempo dos faraós, por Samir Keedi

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Num passado não muito distante existiu uma quase civilização muita estranha. Esse povo tinha algumas manias difíceis de serem entendidas, e eles mesmos não conseguiam saber porque isto ocorria e porque eles eram tão diferentes.
Depois de terem estado subjugados por bastante tempo por uma ferrenha ditadura, coisa que já existia naquele tempo, aliás, este é um defeito crônico da humanidade como se pode perceber, conseguiram obter sua liberdade, retornando ao estado de direito e conseguindo, de novo, eleger seus governantes.

 
Mas era um povo muito ingênuo, que acreditava em Papai Noel e, portanto, caia em qualquer conversa de candidato. Por mais que sofressem não aprendiam, e cada eleição aparecia como uma nova oportunidade de acerto, o qual nunca ocorria.
O maior problema desse povo é que viviam num país dividido, embora embutidos. Os governantes habitavam uma ilha dentro do país, conhecida também como ilha da fantasia, pela dissociação com a realidade e o povo que governavam, enquanto estes habitavam um grande território, que circundava a ilha dos governantes.

 

 

 

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Usuários e terminais portuários, por Samir Keedi

Créditos: Divulgação

Na edição anterior desta publicação escrevemos um artigo sobre os problemas entre armadores e embarcadores com relação ao frete marítimo. E de que não existe uma única associação ou discussões sérias sobre o assunto. Mas que, neste momento, também de nada adiantaria criar algo a esse respeito.

 

Perdemos o momento e agora os armadores são grandes demais para qualquer discussão com eles. A hora passou. A não ser que seja uma questão política, que seja um assunto encampado por países e não embarcadores apenas. Solução que não encampamos, e quem nos lê sabe bem por que. Não queremos o Estado em absolutamente nenhum setor da economia.

 
Desta feita queremos discutir as associações de usuários dos terminais portuários brasileiros. Coisa bem mais fácil e simples. Em que já existe uma na Bahia e uma na Associação Comercial de São Paulo, pelo que sabemos. E se está articulando e trabalhando uma em Santa Catarina no momento.

 
Esta sim é uma discussão útil, passível de realização e de obtenção de bons frutos, pelo menos em nossa modesta opinião. Conquanto sejam associações que funcionem de fato. Que congreguem grande número de usuários, em especial empresas grandes e representativas. E, mais importante, que estejam dispostas a lutar. A dar a cara a bater. Que não sejam associações apenas para constar. Resumindo, que não tenham medo de qualquer cara feia. Nem do governo.

 
Terão que ser associações que estejam dispostas a mudar o quadro atual. Que batam de frente contra os obstáculos naturais e artificiais que se costuma impor às operações portuárias e aos portos brasileiros. Que estejam de fato contra todas as ineficiências existentes e aquelas que se procura criar, no intuito de criar dificuldades para se vender facilidades. Muito comum em terras tupiniquins.

 

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