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POR QUE UMA AVIAÇÃO TÃO PEQUENA NUM PAÍS TÃO GRANDE?!

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Fonte: Pixabay

Esta é uma pergunta, infelizmente sem boas respostas no nosso país. Ela está engasgada na cabeça dos muitos que se interessam, pelo desenvolvimento do uso do avião, como máquina fantástica e instrumento da mobilidade, em crescente demanda e uso mundial, sempre em benefício do desenvolvimento econômico-social.

 

Encabeçados por Santos Dumont, os pioneiros sempre lutaram no sentido de demonstrar que o homem poderia voar. A resposta atualmente é ostensiva. Aviões de todos tipos estão cruzando os céus, mudando a realidade mundial.

 

Nos momentos dessas reflexões, emerge em nossas cabeças o quadro da Baixada Santista, na qual, há décadas não chega ou parte um avião de transporte regular, de carga ou passageiro, para qualquer outra cidade do país! Será que a Baixada não é importante o suficiente para abrigar um aeroporto metropolitano, adequadamente equipado e operado, garantindo chegadas e partidas, mesmo em condições meteorológicas precárias?

 

Infelizmente, este é o mesmo de uma enorme quantidade de cidades brasileiras, lembrando que nosso país continente é composto de mais de 5,5 mil municípios, muitos deles com um volume expressivo de atividade econômica e que precisam da aviação para a mobilidade necessária à eficiência dos negócios e dos relacionamentos. E nossa aviação de transporte somente coloca conexões de tráfego aéreo regular em apenas 100 cidades!

 

Mas, em que pesem as críticas e as dificuldades de mudar cenários no nosso país, temos de pretender participar das soluções, não sucumbindo em face dos problemas. No fundo, o Brasil vive sob o manto de demasiado número de leis, regulamentos e normas excessivamente restritivos, sempre sob argumentos dos mais variados tipos.

 

No caso da aviação ressaltam os da segurança dos voos. Sim, sem dúvida, um sério propósito esse, o de voar com a garantia da decolagem e do posterior pouso, tudo executado com sucesso. O que não se conseguirá fazer, mesmo sob as mais sérias tentativas, é impedir ou proibir, os acidentes. Assim, não é com restrições burocráticas que será possível chegar ao ideal de segurança máxima! Não há cotejo mundial entre as regras sobre o voo dos diferentes países, mas, muito possivelmente, o Brasil, numa comparação baseada em comentários de quem voa aqui e alhures – e com base em inúmeros depoimentos – seja aquele que mais obstáculos coloca para uma decolagem.

 

O que se pode desejar é que o poder delegado às autoridades aeronáuticas de cada país, não seja excessiva a um ponto de restringir a exploração do voo, da forma que se apresentar, como transporte, instrução, lazer, etc. Ou seja, não se pode limitar os direitos do “fazer”, proibindo as possibilidades de realizar!

 

Temos de reconhecer que os aviões, e a infraestrutura no solo de apoio, desenvolveram-se enormemente, transformando o avião, e seus sistemas, em algo complexo. Mas, novamente, não é se subordinando a essa complexidade uma complicada rede regulatória que encontraremos as soluções.

 

Não podemos deixar de reconhecer que o Brasil é um país continente e que precisa do avião, e de suas consequentes atividades, para a sua trilha de aperfeiçoamento das nossas estruturas produtivas em linha com as atividades geradora de riquezas dos outros países! Assim, mãos à obra, cidadãos da Baixada Santista, vamos dialogar e discutir o título deste artigo “POR QUE UMA AVIAÇÃO TÃO PEQUENA”?

Artigo publicado no Jornal A Tribuna em 26/03/2017.

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