Author Archives: Ozires Silva
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BRASIL, QUANDO ATERRISARÁS?

Neste artigo, associo-me ao que escreveu Samir Keedi, Professor e Autor, referindo-se ao 28 de Abril, dia no qual fomos obrigados a não trabalhar, para respeitar o direito de protestos de um segmento da população brasileira.
Samir Keedi acentuou que qualquer brasileiro sabe que somos o melhor país do mundo em termos geográficos. Temos o maior território agricultável do planeta, oito mil quilômetros de costa marítima, podendo utilizá-la para fins econômicos, coisa que não fazemos. Temos entre 12% e 20% de toda a água doce do planeta. Temos a floresta amazônica imensa e, do mesmo modo, um Pantanal!

 

Um povo que, educado, poderia fazer qualquer coisa que desejar, com criatividade infinita e suficiente para tudo. País supostamente capitalista, mas sem liberdade econômica para se desenvolver. Uma democracia bastante razoável. Uma população grande. Um país que, graças ao seu enorme mercado, é procurado pelo mundo e atrativo ao capital que o queira. Basta oferecer as condições econômicas necessárias. E, além disso, sem tudo de ruim que afetam muitos, como terremotos, vulcões, furações, tormentas. Enfim, nada impeditivo de se fazer o que se quer.

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POR QUE UMA AVIAÇÃO TÃO PEQUENA NUM PAÍS TÃO GRANDE?!

Fonte: Pixabay

Esta é uma pergunta, infelizmente sem boas respostas no nosso país. Ela está engasgada na cabeça dos muitos que se interessam, pelo desenvolvimento do uso do avião, como máquina fantástica e instrumento da mobilidade, em crescente demanda e uso mundial, sempre em benefício do desenvolvimento econômico-social.

 

Encabeçados por Santos Dumont, os pioneiros sempre lutaram no sentido de demonstrar que o homem poderia voar. A resposta atualmente é ostensiva. Aviões de todos tipos estão cruzando os céus, mudando a realidade mundial.

 

Nos momentos dessas reflexões, emerge em nossas cabeças o quadro da Baixada Santista, na qual, há décadas não chega ou parte um avião de transporte regular, de carga ou passageiro, para qualquer outra cidade do país! Será que a Baixada não é importante o suficiente para abrigar um aeroporto metropolitano, adequadamente equipado e operado, garantindo chegadas e partidas, mesmo em condições meteorológicas precárias?

 

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A CRISE E O BRASIL

A crise fez do Brasil um país ainda pior para os negócios. Sempre mal colocado na classificação geral anual do Banco Mundial, por causa, entre outros, da burocracia e de infraestrutura que dificultam a atividade empresarial, o Brasil perdeu posições na atual avaliação. No Doing Business 2017, o tema é “Igualdade de oportunidade para todos”, aparecemos em 123º lugar entre 190 países, duas posições abaixo da classificação alcançada no relatório anterior, que já era muito ruim.

 

A despeito da paralisia do governo anterior, acossado por problemas que levaram ao impeachment de Dilma Rousseff, e da recessão iniciada em 2014, o Brasil conseguiu realizar algumas reformas no sentido de facilitar a produção, circulação e comercialização de mercadorias e serviços. Mas foram poucas se comparadas a outros países. Enquanto nos mantivemos quase parados, o mundo avançou de maneira poucas vezes vista na melhora do ambiente econômico.

 

Fonte: Pixabay

 

A situação pela qual o País passa contribuiu para a queda na classificação geral, mas o relatório deixa mais do que claro que os problemas apontados como inibidores da livre atividade empresarial persistem, até com mais intensidade do que em relatórios anteriores.

 

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OPÇÃO PELO SUCESSO

Não é nada fácil prever o futuro, mas é possível planejar ações e atuações que nos levem a materializar metas, objetivos e resultados para si próprio, para quem nos cerca, ou para a comunidade.

 

Se olharmos para apenas 15 anos atrás, refletindo sobre o que houve no mundo, em nosso país, no nosso trabalho, constatamos uma série de aspectos e resultados diferentes do esperado e que desafiaram todas as expectativas. Certamente ficaremos atônitos ou chocados. Isso mostra o quão pouco do tempo utilizamos para antever o que está acontecendo hoje. E podemos nos surpreender, constatando as oportunidades perdidas.

 

Fonte: Pixabay

 

Do mesmo modo, agora, se olharmos para o futuro, os resultados podem ser imprevisíveis. Não seremos capazes de prever as incertezas que vão nos atingir. No entanto, vale a pena tentar nos colocar reflexões, como tarefas para planejar e administrar nosso destino.

 

 

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DESAFIOS GERENCIAIS

Quando vemos o que está acontecendo no Brasil, em particular no Governo Federal, e em muitas empresas privadas, podemos constatar o quanto estamos distantes das técnicas e ações necessárias para preencher os vazios da administração e do gerenciamento brasileiros, quando os comparamos com muitos países do mundo. Sobretudo no século XXI, parece que não estamos preparados para vencer a concorrência mundial, com nossas metodologias de gerenciar negócios pessoais, profissionais ou públicos. Tudo requer reflexões e mudanças nas práticas e nas regulamentações legais.

 

Os jovens já perceberam isso e estão se preparando. Os dados compilados pelas Universidades mostram claramente o interesse das novas gerações, procurando se capacitar mais, tomando como opção, os diferentes cursos oferecidos. Entendem que os produtos encontrados nas lojas são inteligentes e criativos. E mais, que são criados por mentes culturalmente avançadas e competentes. Sabem que as empresas que estão vencendo no mercado, são aquelas que contam com o talento e capacidade inovadora da sua força de trabalho. Ou seja, estamos num mundo crescentemente inteligente e hábil!

 

Fonte: Pixabay

 

A sociedade moderna não pode ser descrita somente com os objetivos importantes da tecnologia ou da produtividade. Está mais do que claro que esses dois atributos estão na ponta de lança para o sucesso das empresas produtoras de valor, mas há o que se dizer sobre a necessidade de que sejam apoiados por organizações eficientes. Nesse horizonte, emergem as técnicas de gestão, as quais se mostram como reais ferramentas para produzir resultados positivos.

 

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A TECNOLOGIA MUDA O MUNDO

Sabemos disso e já temos as constatações em todos os momentos nos quais usamos um celular que, atualmente, não mais é somente um telefone. É algo muito mais amplo. Não precisamos ser futurólogos para concordar que a tecnologia mudou o mundo, e que o mudará muito mais. O que pode nos preocupar é sobre quais são os caminhos que vai abrir e o que ocorrerá com nossas vidas, e as dos nossos futuros descendentes. Muitos fazem prodigiosas predições que certamente serão mudadas ou superadas, não somente no campo dos dispositivos e aparelhos, mas também nos nossos padrões e comportamentos que aprendemos desde a infância a respeitar.

 
Uma das primeiras manifestações do poder da tecnologia ocorreu na Primeira Revolução Industrial, que foi uma verdadeira colocação das máquinas nas nossas vidas. Como característica daquelas épocas foi o descobrimento do carvão como fonte de energia e o consequente desenvolvimento da máquina a vapor de múltiplas aplicações, quando pouco se falava da produção industrial seriada.

 

Fonte: Pixabay

 

A partir da segunda metade do século XIX, assistimos a Segunda Revolução Industrial, que produziu uma série de progressos, dentro da indústria química, elétrica, do petróleo e do aço. Outros progressos essenciais nesse período incluem a introdução de navios metálicos movidos a vapor, o desenvolvimento do avião, a produção em massa de bens de consumo, o enlatamento de comidas e outras técnicas de preservação, sem nos esquecermos das comunicações eletromagnéticas.

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Os empreendedores e o sucesso do País

Crédito: divulgação

Crédito: divulgação

O Brasil, e os brasileiros, estão sob o impacto das consequências das investigações da Operação Lava-Jato, e de outras que, com sucesso, estão identificando processos injustificados e não-aceitáveis para um país sério e próspero. Devemos honrar os esforços das pessoas que, nessas operações, procuram manter sua seriedade e com prudência buscam a verdade, quase sempre escondida sob toneladas de informações e papéis de todas as origens.

 

A perplexidade da população aumentou com o impeachment da Presidente Dilma Rousseff, poucos compreendendo como alguém, no nível de seriedade e respeito que envolve o cargo, possa ter jogado o país numa crise que não era dos empreendedores e criativos investidores, contribuintes diretos para a riqueza nacional. Nossas autoridades legislativas estão sob a busca de legislações que garantam o definitivo afastamento da Presidente, o que parece sem grande sentido, pois somente o gerenciamento desastrado do seu governo, assumindo despesas acima do que arrecada, parece ser suficiente para acelerar uma decisão, que, protelada, muito custará aos cofres públicos dilapidados.

 

Nestes momentos de divergências, são comuns as acusações de todos os lados e atingindo a todos, como se estivéssemos num país de facínoras ou de infratores da lei. O elenco de ilações, diretas ou indiretas, são tantas que parecem ao cidadão comum que somos todos desonestos e que isso, generalizando, incrimina liminarmente cada um, cada pai de família, cada dono de padaria, cada humilde agricultor, ou dono de uma grande empresa nacional ou estrangeira.

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Um Olhar para o Passado

Fonte: Pixabay

É sempre bom olhar para o passado e fazer algumas perguntas para os administradores, sejam eles apenas uma pessoa a pensar sobre seu trabalho, um gerente de uma empresa, ou mesmo um administrador público. Entre as inúmeras respostas que
possam intuir, algumas delas podem fazer emergir ideias-chave, para, a partir daí, examinar a coerência dos resultados conseguidos, quando comparados com o previsto ou com o que foi expressado e previsto por eles.

 

Podemos tomar como exemplo as colocações utilizadas à exaustão pela Presidente Dilma Rousseff, sobretudo durante os últimos meses que precederam ao seu afastamento, e colocá-las nos seus ditos que o ‘impeachment’ tenha sido um golpe e que boa parte dos problemas enfrentados pela economia brasileira tiveram como origem o mau desempenho da economia mundial.

 

Não podem ser taxados de ‘golpe’ os resultados das últimas votações, ostensivas e descobertas ao grande público, nem a admissibilidade do impeachment na Câmara dos Deputados e no Senado, nem as decisões soberanas do Supremo Tribunal Federal, bem como as manifestações mais recentes da população. Possivelmente a única crítica que se possa fazer seja igual àquela destacada por Joaquim Barbosa, ex-presidente da Suprema Corte, quando observa que as decisões foram tomadas “fora do povo”, que, afinal, foi quem elegeu a Presidente em disputa eleitoral democrática. Um Plebiscito ou uma nova Eleição, previstos em nossa Constituição, certamente seria, uma ou outra, solução mais completa e definitiva.

 

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