Author Archives: Alkíndar de Oliveira

A importância do foco no cliente, por Alkíndar de Oliveira

Diz a sabedoria popular que o peixe nada bem, o ganso voa bem, o leopardo corre bem e o pato faz as três coisas mais ou menos. A lição: foco bem definido, serviço bem executado.

 

Mais uma vez a natureza e a sabedoria popular nos ensinam: se o foco da empresa, em relação às necessidades do cliente, for “mais ou menos claro” ou “mais ou menos definido”, a empresa irá “pagar o pato” (fazendo alusão à frase acima e ao vocabulário brasileiro popular). Em outras palavras a empresa irá perder. Perder mercado, perder clientes, perder dinheiro.
Para bem estabelecermos o “foco no cliente”, transcrevo a seguir dicas do consultor canadense Barry Brownlow. Ele é um dos parceiros da Brownlow, Thompson & McKay em Ancaster, Ontário, Canadá. Serviu no Instituto Americano de CPAs (Comissão especial sobre necessidades de serviços de garantia de clientes e subcomissões de novas linhas). Barry Brownlow estabeleceu três atitudes para a empresa alcançar alta eficácia no quesito “foco no cliente”:

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Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, por Alkíndar de Oliveira

Em um dos meus artigos apresentei a síntese do livro “O Gerente Minuto”, de Kenneth Blanchard e Spencer Johnson, Editora Record. Na introdução daquele artigo citei-o como um livro que todo líder precisa tirar da gaveta, abanar a poeira e colocá-lo em sua mesa num lugar de destaque. Esta mesma observação é válida para o livro “Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes” de Sthepen R. Covey, Editora Best Seller, que a seguir apresento sua síntese.

 

HÁBITO 1: SER PROATIVO: A pessoa proativa é aquela que faz acontecer. A pessoa reativa é aquela que reage ao que já aconteceu;
HÁBITO 2: COMEÇAR COM O OBJETIVO NA MENTE: Começar com o objetivo na mente significa começar tendo uma visão clara do destino a chegar. Significa saber mais para onde você está seguindo, de modo a compreender melhor onde está agora, e dar os passos sempre na direção correta;
HÁBITO 3: PRIMEIRO O MAIS IMPORTANTE: Este é o hábito da decisão. É o momento da elaboração física. É o exercício da vontade soberana;

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Alteralidade e sua principal técnica, por Alkíndar de Oliveira

(Créditos: Divulgação)

A educadora Ermance Dufaux nos esclarece que alteridade é: “O estabelecimento de uma relação de paz com os diferentes. A capacidade de conviver bem com a diferença da qual o outro é portador”. (*) Depois de duras penas estamos descobrindo que sempre convivemos com pessoas diferentes. Assim foi há 50 anos, há 30 anos. Assim é hoje. E assim será amanhã. Se quisermos ser felizes e produtivos, teremos que aprender a conviver com os diferentes. E, indo mais longe, é preciso que saibamos que a riqueza da humanidade está justamente na diversidade de opiniões e crenças.

 

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‘Descentralização Planejada: a arte do gerenciamento eficaz’, por Alkíndar de Oliveira

Em um dos meus artigos citei que a empresa ou instituição que conseguir equilibrar o necessário controle e gerenciamento com um bom ambiente de trabalho, somados à descentralização, merecerá o nome de organização moderna, humana e altamente eficaz.

 

Crédito: Divulgação

Neste, exponho os procedimentos necessários para atingir este objetivo, que é o que vem a seguir.
Regra Básica: Aponte o caminho, mas deixe o pessoal achar a forma de caminhar. Em vez de dar respostas faça perguntas. Tenha como meta principal criar um grupo de pessoas pensantes, isto é, profissionais que sejam estimulados a eles próprios encontrarem respostas aos desafios. A tendência dos profissionais é perguntarem “Como eu faço isto?”. O bom líder devolve a pergunta: “Como você acha que deve fazer?”. Em síntese, em vez de ditar as regras para levar à frente os projetos, estimule a sua equipe a elaborá-las, pois só assim seu pessoal irá de fato se comprometer;

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A Regra de Ouro, por Alkíndar de Oliveira

Crédito: Divulgação

Imagine um grande empresário que, além de ser um homem de sucesso, também fosse um visionário. Imagine que este homem, mundialmente conhecido no século passado (e até hoje), resolvesse pesquisar o porquê do sucesso, isto é, resolvesse pesquisar qual seria a razão de determinadas pessoas destacaram-se pessoal e profissionalmente, enquanto outras ficam à margem da sociedade.

 

Imagine ainda que, para conseguir tal intento, este empresário financiasse todas as despesas de tal pesquisa durante 25 anos. Durante 25 anos (um quarto de século!) seriam entrevistadas pessoas de sucesso. Durante 25 anos seriam catalogadas e pesquisadas as respostas destas pessoas, para se chegar a um denominador comum. Se tal ocorresse, seria uma séria pesquisa. Muito séria. E o resultado dela deveria ser leitura e estudo obrigatórios de todas as pessoas e de todas as escolas.

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A nova (?!) visão de trabalho, por Alkíndar de Oliveira

Créditos: Divulgar

Pesquisas sérias são instrumentos fundamentais para enxergarmos, com mais nitidez, as necessárias atitudes do corpo administrativo da empresa que queira pertencer ao quadro de instituições atualizadas e produtivas. Nestes anos iniciais da segunda década do século XXI, apresento informações úteis ao desenvolvimento empresarial, resultantes de sérias pesquisas efetuadas há aproximadamente 10 anos e que até hoje, pela abrangência e pelos focos, estão atualíssimas.

 

 

 

Para que o mundo corporativo possa refletir se está vivenciando hoje o que já deveria ser uma realidade em todo o ambiente empresarial, retornemos aos anos iniciais do terceiro milênio. Em outubro de 2.003 pela primeira vez a Fundação Getúlio Vargas promoveu um encontro com 200 presidentes de empresas para falar sobre vida pessoal e cidadania.

 

 

Observe, leitor, pela primeira vez o tema de um encontro de líderes foi vida pessoal e cidadania. Atenção: você sabe que quando algo ocorre “pela primeira vez” é porque houve quebra de paradigma. E, pondere: no encontro o assunto não foi visão estratégica ou qualquer outro tema correlato. O assunto foi vida pessoal e cidadania!!!

 

 

 

 

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A importância da autoestima, por Alkíndar de Oliveira

Créditos: Divulgação

Napoleão Bonaparte disse certa vez que a melhor figura de retórica é a repetição, desde que de forma didática, não cansativa. Portanto, para lembrarmos sempre da importância da autoestima no desenvolvimento pessoal e profissional, veremos a seguir depoimentos de altos executivos empresariais onde – por sete vezes – o assunto autoestima estará sendo repetido:

 

 

“Acredito firmemente na importância da autoestima no local de trabalho. Depois de quase quarenta anos na Xerox, vi o sucesso e a autoestima individuais levarem ao sucesso e à autoestima do grupo e vice-versa. A vida exige um ambiente que permita às pessoas se sentirem bem consigo mesmas, mas esquecemos que é preciso transmitir isso aos outros”. Bob Adams, Presidente da Xerox Technology Ventures

 

 

“Um número cada vez maior de empresas prestadoras de serviço está acordando para o fato de que seu corpo de funcionários é um de seus mercados-alvo mais importantes. Quanto melhor os funcionários se sentem em relação a si mesmos e à empresa, melhor se sentem em relação ao cliente”. Michael W. Gun, Vice-Presidente Sênior de Marketing da American Airlines

 

 

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Quem é esse ‘cara’? A força da persistência, por Alkíndar de Oliveira

Créditos: Divulgação

Um jovem recém chegado ao Rio de Janeiro tinha o propósito de tornar realidade o sonho de sua vida: ser um cantor de sucesso. Procurou espaço nas rádios daquela cidade e nenhuma delas o acolheu. Resolveu então cantar na noite em boates e, com determinação, passou a ser cantor da então famosa boate Plaza. Mas sua alegria durou pouco. Foi demitido. Por nunca sentir-se vencido conseguiu gravar um disco na famosa gravadora Polydor. Foi um fracasso, praticamente nada vendeu. Tentou nova gravadora, a RCA, mas sentiu mais uma vez o sabor da derrota. Avaliaram que ele não tinha qualidade para pertencer ao seu quadro de contratados famosos. Tentou a ODEON, que também não o quis. Conseguiu contrato com a CBS, mas seu primeiro LP foi um fracasso. Quem é esse cara determinado que viu várias portas baterem em seu rosto, mas não desistiu? Você, leitor, conhece “esse cara”.

 

 

Se o cantor Roberto Carlos estivesse lendo este artigo, ele diria: “esse cara sou eu”. Persistência, eis a atitude que fez de um cantor então desconhecido, Roberto Carlos, passar a ser o maior astro da canção em nosso país.

 

Não só no meio artístico, mas também no campo da liderança, se quisermos alcançar o patamar de bons gerentes ou bons líderes, precisamos ser persistentes, pois que os desafios de aprendizagem serão cada vez maiores. A equipe de líderes de uma empresa precisa ter o firme foco de, persistentemente, criar oportunidades para – através de constante diálogo entre os integrantes dos setores da empresa – gerarem contínuas oportunidades para: Ampliar a qualidade do ambiente interno; Ampliar a qualidade dos produtos e serviços; Ampliar a conquista do mercado; Ampliar o faturamento e a lucratividade. Em síntese, a constante busca da inovação é fundamental. E, considerando que os integrantes da equipe são criativos trabalhadores da era do conhecimento, são eles os que devem inovar e traduzir a inovação em um plano de ação.

 

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